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terça-feira, 12 de junho de 2012

O bom filho a casa retorna



Olha só quem voltou pra essa caixinha branca de texto. Faz tempo, mas eu continuo aqui, passo por passo, letra por letra. A demora foi grande, eu sei, mas o tempo contado cronologicamente é meio enganoso, então digo que fazem apenas alguns dias, pois parece que foi ontem mesmo que apertei o botão "Publicar" pela última vez.

Senti falta de escrever, mas eu sentia a ausência de alguma coisa, não sabia o que era e até agora não sei. Só sei que o que me faltava voltou ontem a noite enquanto conversava com uma amiga. Nunca tive a pretensão de fazer desse blog um diário, como não o fiz, ele sempre foi mais um spa pra mim, um lugar onde eu colocava minha tensão, tirava aquele peso incomodo das costas.

Mas muita coisa mudou, o que me contorcia o estomago hoje mal me tira a atenção, então sobre o que ia escrever? Sempre tirei palavras do sofrimento - e naquela época qualquer coisinha me parecia um tsunami - e agora que estou em paz, mais alegre e leve do que nunca, fique sem palavras. Penso que é porque a felicidade é muito leve, a gente não fica pensando no quanto está feliz, simplesmente está, enquanto a tristeza  te tira o sono e te aperta os pés no chão até você sentir que está caindo. Mas eu voltei, agora pra ficar (Rei kkk), ainda não sei sobre o que escrever e não prometo escrever muito, porém estarei aqui.

Um beijo


terça-feira, 9 de agosto de 2011

O bastante

"Eu te amo" "Eu sei, e você sabe o quanto eu queria que isso fosse o bastante".

Fingir se importar nunca foi um dom seu. Não é mesmo? E nem amar as coisas pela metade. Você nunca soube como terminar um relacionamento do jeito certo... Nós terminamos? As vezes eu penso que não, mas ai eu lembro do jeito que você me olhou daquela vez, quase implorando pra que eu fugisse de você, pra não ter que fazer isso você mesmo. Lembra que você brigava comigo em francês para que eu não entendesse o que estava dizendo e não me magoar. Quando eu deixei de ser importante? Amor nunca foi o bastante. Você sempre precisou de mais de mim... Você queria tudo que eu não podia ser. E por mais que eu tentasse eu nunca consegui ser o bastante.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Hidden

Fugir talvez não seja a melhor saída, mas é a única atitude que eu consegui tomar. Não sou corajosa o bastante pra ficar e  ver você sendo amado por outra pessoa. Não estou desistindo por falta de amor, mas até o super homem sabe quando a batalha é grande demais. Então eu fujo pra te olhar de longe, te amar escondida. Pra não te fazer sofrer com a minha dor.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Roxos e arranhões

Cansei de todo mundo dizendo que eu deveria tomar cuidado, não ser muito extravagante, não chamar muita atenção. Não sei como as pessoas vivem dentro de suas casa. Nunca entendi como se vive tomando cuidado, porque pra mim viver é sobre tomar risco e levar tombo. E é assim que se vive, a cada queda e a cada machucado a gente levanta e continua andando, com arranhões e roxos. Porque é na pratica que se aprende. É sentindo a dor que a gente descobre o que é a felicidade.

Thays Rufino

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Eu

"E depois de tanto tempo tentando me controlar, eu volto pra você, correndo, com braços abertos, lágrimas nos olhos e um coração implorando pra ser amado. Como se você soubesse o que é amor. (...)"

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Drinks

- Qual a diferença entre o amor e a paixão?
- A paixão é como a tequila, te deixa doido e  agitado por um momento, mas logo passa. O amor é como whisky, te esquenta por dentro e dura mais dia que se é possível imaginar, e quando não é bom te dá uma ressaca que te deixa na cama por muito tempo.

(Eu e o Guilherme)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

E lá vou eu...

Você acorda no meio da noite e vai até a cozinha, e nesses três minutos acontece o que sempre acontece comigo quando você não está por perto: eu me pergunto o que eu to fazendo com você. Eu fico pensando se isso que existe entre nós é realmente certo... Alias, eu sempre soube que isso nunca foi certo, eu me pergunto se realmente vale a pena. Se você vale a pena. E se todas as nossas brigas fizeram alguma diferença, porque no final a gente sempre acabava no seu quarto e esquecia de todas as mentiras que construimos para manter esse relacionamento.

E então você volta. E lá vou eu de novo me esquecer. Só de te olhar vestido nessa samba-canção de bolinhas, me faz rir, eu já fico louca pra te abraçar e dizer que a gente merece ficar junto, que todas as brigas e as mentiras tiveram um propósito e que o fim justifica os meios. E então eu te amo - de novo - porque você me faz querer saltar de um penhasco pra ficar junto a você, sem medo de me machucar e sabendo que isso logo-logo vai acontecer.

Beijos,
Thays

sábado, 11 de dezembro de 2010

A Carta VI

De: Thays
Para: G.

Isso não foi amor, foi? Não, isso foi necessidade de amor. Eu precisa tanto de sentir alguem que acabei inventando o amor. Você não merecia isso, eu te usei. E agora o que nos resta? "Eu ainda te quero, muito." Você disse. Quero? Esse é o problema viu. Eu também te quero, alias, te quero mais agora do que antes quando ainda estavamos juntos. Só que agora eu to em outra. E meu, ele pode não se "o cara" mais ele me faz mais feliz do que qualquer outra pessoa no mundo. E esse "querer" por você 'tá me fazendo mal. Ele não merece eu sentir isso por outra pessoa. Principalmente por você. Então, por favor, me deixe ser feliz sem você.

Ps.: Eu sinto,também, sua falta. Mas isso não é o bastante, eu preciso ir.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fenix Heart



Uma. Duas. Três. Quatro...

É, ele continua batendo. Eu continuo vivendo, mesmo sem você aqui. Mesmo doendo. Meu coração é uma fenix que é capaz de morrer tantas e tantas vezes e continuar vivo, renascendo das cinzas. Dói a cada nova batida, mas vai curar. Umas barras de chocolate, sorvete, amigos. Talvez um pouco de alcool pra ajudar a anestesiar. Até eu encontrar outra pessoa, outro que vá me fazer imensamente feliz. Quem sabe um dia, casar, ter filhos, um lugar pra chamar de meu e um amor pra esquecer o seu.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Carta V

(...) Naquele instante eu pude perceber uma coisa que eu suspeitava mas não tinha certeza: você não estava ali. Talvez nunca tenha estado, eu sempre pensei que esse fosse seu jeito -pensativo, calado, distante- mas a verdade é que você nunca esteve ao meu lado. Eu estava me enganando, e você também. Eu sempre soube que você não me amava, você também sabia, mas estávamos satisfeitos com isso: nosso quase amor, um quase romance. (...)

Beijos,
Thays

sábado, 16 de outubro de 2010

Sweet Child of Mine Part. II

O chão era grudento, cerveja provavelmente, mas agradeci por aquilo, o sapato de salto já começava a machucar meu pé. Eu estava com calor e eu me sentia ligeiramente zonza, efeito do álcool. A mão dele na minha cintura era o único motivo que eu tinha para não me mexer.

Ele ainda cheirava ao desodorante corporal masculino que tinha passado depois do banho, cabelos curtos, barba rala, camisa, calça, all star. Tinha três pedras de gelo no seu uísque.

Ele me beijou - cerveja, calor, três pedras de gelo e uísque.

Seus amigos viraram os rosto na tentativa, inútil, de nos dar um segundo de privacidade. "Quer ir pra casa?" Perguntou. Fiz que não com a cabeça. Ele sorriu.

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Seu carro tinha cheiro de Mcdonalds, milhares de pilhas de lixo ocupavam os bancos traseiros. "Eu vou levar no lava-rápido". Já ouvi isso mil vezes.

- Vamos para onde? - Eu não havia comido nada naquele bar apinhado de gente.

- Eu 'to com fome e com sono - Tirei o sapato, sentir meus pés livres me deu uma enorme sensação de prazer. Coloquei um chinelo. A saia que eu usava era justa, curta e desconfortável, mas bonita. Aproveitei pra tirar a meia-calça que incomodava a minha pele. Sinal vermelho. "Você está me provocando de propósito" Sorri. Demorando mais do que preciso, tirei a meia.

- Você é mesmo uma diabinha - Pequenas linhas de energia elétrica correram sobre meu corpo quando sua mão deslizou sobre minha coxa. Sinal verde.

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A luz do sol e seu calor invadiam o quarto. Não me lembrava de como tinha chegado até o quarto ou como tinha trocado de roupa, mas estava feito. Aquele quarto já era muito conhecido por mim, a cama sempre bagunçada, o guarda roupa espelhado, o armário cheio de livros e o criado mudo sempre cheio de bagunças.

Ele estava deitado do meu lado. Às vezes eu me perguntava se era certo estar ali, e estar com ele. Provavelmente não. Um relacionamento tão fadado a dar errado, vivido sobre mentiras e mais mentiras, e nós dois - tão ridiculamente paradoxos – não fazia sentido estarmos juntos, mas naquele momento, com ele deitado ao meu lado - o sol batendo em suas costas nuas, seu semblante calmo e seu braço ao meu redor – eu deixava de me importar com tudo e até chegava a acreditar que "aquilo" poderia dar certo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sweet Child of Mine Part. I

Atualizada
Acordar depois de um sonho sempre é difícil, mas acordar depois do melhor sonho que você jamais pensou em ter é horrível. E você foi exatamente isso – um sonho. Seu sorriso, sua voz, seu abraço, seu cheiro e suas palavras, suas malditas palavras que me enganaram tão bem durante tanto tempo. E mesmo depois de um ano eu ainda sinto o seu cheiro nas minhas roupas, eu ainda consigo ver as marcas das suas digitais na minha pele. E o pior de tudo é que eu ainda sinto borboletas no estômago só de lembrar tudo que vivemos.


“– Quem? – Perguntei. O cigarro dele estava meio caído no lado da boca. Ele inclinou a cabeça para acendê-lo - É uma banda de uns amigos meus, eles fazem uns covers de Guns N’ Roses, Elvis, Beatles, são bem ecléticos.

 Ele soprou a fumaça na minha direção e eu sabia que minhas roupas ficariam com aquele cheiro de menta e que eu teria que lavá-la antes que minha mãe a visse.

- Qual o nome da banda? - Demorando dois segundos a mais ele respondeu "The Butter Socks" - Você esta me chamando para ir em um show de uma banda que se chama "As meias de manteiga"?. For god sake Giovanni - Ele riu. Eu sabia que iria concordar, mas gostava de te vê-lo sorrindo desse jeito – querendo me convencer.


 - Sim? – Pediu. Ele se levantou da cadeira e veio até mim. Sentir seus braços na minha cintura e sentir a barba de três dias roçando no meu ombro era a melhor sensação do mundo. “Sim” respondi. Ele me girou em seus braços e, sem ter tempo de reclamar sobre os pingos d’água no chão, me beijou. E quando eu estava sendo levada na direção daquele sofá horrível eu já sabia: aquele era o fim da minha sanidade. (...)"

Continua...
"Você tem uma inocência tão ridiculamente otimista, me faz lembrar de quando eu tinha a sua idade, eu nunca fui assim. (...)"


Chuva de Novembro - Guns N' Roses

Quando olho nos seus olhos
Posso ver um amor contido
Mas querida, quando te abraço
Você não sabe que eu sinto o mesmo?

Porque nada dura para sempre,
E nós dois sabemos que os corações podem mudar
E é difícil segurar uma vela
Na chuva fria de novembro.

Nós estamos nessa busca a tanto, tanto tempo
Simplesmente tentando matar a dor, oh yeah

Mas amores sempre vem
E amores sempre vão
E ninguém está realmente certo
De quem está deixando partir hoje... Indo embora

Se eu pudesse usar o tempo
Para falar francamente
Eu poderia descansar minha cabeça
Simplesmente sabendo que você foi minha, toda minha

Então, se você quiser me amar
Então querida, não se contenha
Ou simplesmente terminarei andando
Na fria chuva de novembro

Você precisa de um tempo?... para você
Você precisa de um tempo?... totalmente sozinha
Todo mundo precisa de um tempo.. para si
Você não sabe que precisa de um tempo?... Totalmente sozinha?

Eu sei que é difícil manter um coração aberto
Quando mesmo os amigos parecem te machucar
Mas se você pudesse curar um coração partido
O tempo não pararia para te encantar?

As vezes eu preciso de um tempo... para mim
As vezes eu preciso de um tempo... totalmente sozinho
Todo mundo precisa de um tempo.. para si
Você não sabe que precisa de um tempo?... Totalmente sozinha?

E quando seus temores se acalmarem
E as sombras ainda permanecerem
Eu sei que você pode me amar
Quando não sobrar mais ninguém para culpar

Então não se preocupe com a escuridão
Nós ainda podemos encontrar um jeito
Porque nada dura para sempre
Nem mesmo a fria chuva de novembro

Você não acha que precisa de alguém?
Você não acha que precisa de alguém?
Todos precisam de alguém
Você não é a única
Você não é a única

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Little Bird

Se hoje eu escrevo é pra amanhã não ter que te ver. E não ter que sofrer, toda vez que você for. E se hoje eu não respondo suas mensagens, é pra amanhã não precisar me preocupar com o que você pensa ou deixa de pensar. Se hoje eu não te deixo ir, é pra amanhã não ter que implorar pra você voltar. Se hoje eu te deixo livre é pra amanhã você não ter que também corta minhas asas. E se hoje eu te deixo voar sozinho é pra amanhã poder seguir seu rastro e poder voar com você. 

domingo, 11 de julho de 2010

Eu, sua, minha.

Não me peça pra ser sua, não nesse momento que, eu não consigo nem ser minha.

domingo, 20 de junho de 2010

Dia #18 - Qualquer coisa a sua escolha

Hoje eu aprendi:
  1. a andar de skate;
  2. como machuca cair do skate;
  3. que a Jessica é uma péssima professora de patins;
  4. que o Murilo tem a mente mais poluída que eu conheço;
  5. que o Rafael não sabe andar de patins;
  6. que eu sou hiper mandona;
  7. que o meu namorado é meio treze;
  8. que nessas férias eu tenho muita coisa pra fazer.

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